#Theme 13

“Quem fica ao meu redor tem que entender que, vez em sempre, algo será tomado para e por mim, sem dó. Me aproprio indevidamente de vidas e falas. Não leve a mal se por ventura algum dia o seu sossego for passear junto comigo. E se por acaso a insônia se tornar a sua melhor amiga, admita que eu venci. Gosto de esfregar na cara do suposto adversário as minhas vitórias. Em certas ocasiões o mais digno é engolir tudo elegantemente.” -clarissa côrrea |
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Posted 24 February 2012, 3 months ago | 3,192 notes | reblog this post
(originally theone-x / via elasocurtejackdaniels)
Ao mesmo tempo, para todos, era extremamente cômodo e perfeitamente insuportável permanecer assim, no meio do parado, suspeitando vôos de morcegos por trás das janelas fechadas daquele quarto onde, quem sabe, apenas as âncoras ancoradas nas paredes poderiam indicar qualquer coisa como - um rumo? E finalmente, por uma longa série de razões vagas fundas baças tolas ou ainda mais confusas, esse tipo de coisa era praticamente tudo que se poderia dizer sobre eles. Assim lentos, assim amargos, assim surdos, assim fortes até. Sobrevivendo à morte de todos os presságios.
~ Caio Fernando Abreu.
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 39 notes | reblog this post
(originally drunkrascal / via elasocurtejackdaniels)

”cresceu hein” = tá gostosa

Posted 24 February 2012, 3 months ago | 32,627 notes | reblog this post
(originally pur3za / via elasocurtejackdaniels)
Falo na língua de um simplório experiente que obviamente gostaria muito mais de ser um covarde resmungão. Esta nota deveria ser bem mais fácil de ser compreendida. Todos os avisos do “Punk Rock 101 Courses” durante todos esses anos (é a minha iniciação do que poderíamos chamar da ética envolvida com a independência e com o engajamento de sua comunidade) foram provadas como verdadeiras. Eu não sentia a excitação de escutar, assim como de ler e criar música, e de compor algo por tantos anos. Me sinto culpado de dizer estas coisas através dessas palavras. Por exemplo, quando estamos no ‘backstage’ e as luzes se apagam e o rugido enlouquecido da multidão começa. Isto não me afeta da maneira que afetava o Freddie Mercury, que parecia adorar e gostar do amor e da admiração da platéia, o que é algo que eu admiro e invejo totalmente. O fato é que eu não posso enganar você, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo com você nem comigo. O pior crime que eu poderia pensar seria o de afastar as pessoas, enganando-as, fingindo que eu estava curtindo, me divertindo 100%. Às vezes sinto que eu deveria levar uma porrada cada vez que subisse nos palcos. Eu já busquei forças para gostar disso, e eu gosto, Deus acredite em mim, eu gosto, mas não é o suficiente. Eu aprecio o fato de que nós comovemos e entretivemos muita gente. Devo ser um daqueles narcisistas que só gostam das coisas quando elas acabam. Sou muito sensível, preciso estar ligeiramente entorpecido para recobrar o entusiasmo que eu tinha quando era criança. Nas nossas últimas três turnês, comecei a gostar mais de todas as pessoas que conheci, pelo lado pessoal e pelo lado de fãs da nossa música. Mas ainda não consigo superar a frustração, a culpa e a empatia que eu tenho por todos. Há bondade em todos nós e eu simplesmente amo muito as pessoas. Amo tanto, que isto faz me sentir tão fudidamente triste. Sou um cara do signo de Peixes, triste, que ninguém dá atenção, um devoto cristão. Por que você simplesmente não relaxa e curte? Não sei! Tenho uma esposa que é uma deusa e que transpira ambição e empatia, e uma filha que me lembra bastante o jeito que eu costuma ser, cheia de amor e alegria, beijando cada pessoa que ela encontra porque todo mundo é legal e não vai machucá-la. Não suporto pensar na Frances tornando-se uma pessoa infeliz, auto-destrutiva uma roqueira da morte, coisas que eu me tornei. Eu tô legal, tô numa boa, e sou muito agradecido por isso, mas desde os 7 anos me tornei odiável perante as pessoas em geral. Isso porque parece tão fácil para os outros se darem bem e ter empatia entre si. Só porque eu amo e sinto muita dó das pessoas, eu acho. Obrigado a todos, do fundo da minha úlcera, pelas cartas e demonstrações de preocupação durante os últimos anos. Eu sou muito de lua! Não tenho mais aquela paixão, então, lembre-se: é melhor apagar de uma vez do que ir sumindo aos poucos. Paz, Amor, Empatia.
~ Carta de suicidio de Kurt Cobain
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 588 notes | reblog this post
(originally foragido / via elasocurtejackdaniels)

Aquieta-te. Deus tudo proverá.

Posted 24 February 2012, 3 months ago | 446 notes | reblog this post
(originally edificadosobrearocha / via elasocurtejackdaniels)
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 207 notes | reblog this post
(originally black--crown / via elasocurtejackdaniels)
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 3,597 notes | reblog this post
(originally stephwinchester / via elasocurtejackdaniels)
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 4,635 notes | reblog this post
(originally unholy-reminiscence / via elasocurtejackdaniels)
Uma minúscula e ainda baixa “vozinha” me diz que além dos meus textos eu tenho também muitos charmes, graças e belezas. Além dos meus espinhos eu tenho também muitas flores. E que sim, eu posso ser amada. Porque não ter alguém agora, agarrado aos meus pés, não significa não ser um calo persistente até mesmo em solas curtidas e acostumadas com a corrida. Descubro coisas terríveis e maravilhosas a respeito do amor. As coisas são como são. E na hora certa.
~ Tati Bernardi 
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 362 notes | reblog this post
(originally distorcido / via elasocurtejackdaniels)
Posted 24 February 2012, 3 months ago | 104,032 notes | reblog this post
(originally p-a-r-a-i-s-o / via elasocurtejackdaniels)